A Praça ALMIR GABRIEL está eivada de marginalização um verdadeiro reduto do mal. Fiquei admirado ao ver do meu carro uma família passear com filhos menores de dez anos como se não tivesse conhecimento do perigo real que é circular por aquelas redondezas tamanha 22 horas.
Quando vou para o rádio logo pela manhã vejo as pessoas caminhando, outras correndo, mas quando passam pelas proximidades do que era a Maria Fumaça, abanam as mãos em torno do nariz, pois não suportam o odor de urina, e sabe-se lá do que mais. O fato é que não é mais Maria Fumaça é Maria do Mijo.
“Cidade Modelo” não passa de teoria nos temas inflamados de discursos dos políticos. Modelo de quê? Modelo de um principado que vive as margens da lei e aterroriza os que querem apenas respirar um ar puro enquanto caminham com sua família.
Sem mencionar o desrespeito com os nossos ouvidos por aquela turma de barulhentos ali na esquina da praça com seus sons ensurdecedores que nos deixam malucos – mas na verdade, maluco são eles que são modelos do mal em Castanhal Cidade Modelo vamos dizer – do que?
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