sexta-feira, 5 de junho de 2009

RONALDO RAMOS DE CASTANHAL
e-mail.: rummy105@hotmail.com
Fone: 8854 9336
CASTANHAL, 03 DE JUNHO DE 2009


Mulher de 51 anos desaparece e é encontrada morta em poço de água de 20 metros de profundidade com uma estaca encravada na altura do abdome,na tarde de ontem,03, na Rua Mariamba no bairro Nova Aurora em Concórdia do Pará. O Próprio filho, Jefferson Lima de Oliveira, confessou que articulou com o “amigo” e também cobrador da dívida, Marcelo, vulgo Lourinho, a morte da mãe, Dalva Lima Oliveira, em razão de uma dívida de 1.500 Reais.


Tudo começou quando o acusado contraiu uma dívida por vender um terreno com documento falsificado da propriedade ao comparsa Marcelo, que logo pagou com uma importância de Mil e Quinhentos Reais. Tempos depois, o verdadeiro dono do terreno reivindicou seu direito sobre o mesmo, apresentando documentos originais. Nesse ínterim, Jefferson confessou que agiu com má fé na negociação. É quando começa uma onda de ameaças por parte do comprador.
Embora tentasse se esquivar de pagar a dívida, por morar em cidade pequena, ele sempre se encontrava com Marcelo, que o atormentava com várias ameaças. “Eu já não aguentava mais”, comentou Jefferson, “Praticamente todos os dias ele me ameaçava. Até que, no sábado passado, ele chegou comigo e disse que eu tinha 24 horas para fazer a devolução do dinheiro. Eu respondi que tinha um jeito de conseguir o dinheiro e até mais. Ele me perguntou, como e u disse tinha que vender a casa da minha mãe. Mas para isso, precisava matar a minha mãe!”.
Jeferson conta que argumentou com Marcelo que não tinha coragem de matar, pois nunca tinha matado ninguém. “Marcelo me respondeu que fazia o serviço. Perguntou que se ele matasse o que fazia com o corpo. Respondi que conhecia um local que tinha como jogar o corpo e esconde-lo. Foi quando agente foi no local e mostrei a ele o poço que ficava num sítio abandonado cheio de mato. Nisso ele disse: “No domingo eu mato a tua mãe!”
Jefferson continua o relata friamente dizendo que no domingo, ele chegou à casa da mãe ainda no começo da manhã, mas a casa estava trancada aja visto que dona Dalva, sua mãe, tinha ido para escola dominical na igreja Assembléia de Deus. Pelo buraco que tem no banheiro ele entrou na casa, abriu as portas e as janelas e ficou a espera da vítima, que em poucas horas, chegou o e inocentemente foi logo cuidando de fazer o almoço para o maior conspirador de sua vida – seu próprio filho.
Logo depois que ela aprontou o almoço do filho, a tia do acusado chegou à casa da vítima e depois um primo, que a convidou para almoçar na casa dele que, de pronto, aceitou o convite. Foi nesse passo que Jefferson pensou que seus planos tinham dado errado e que sua mãe tinha escapado de morrer. Mas dona Dalva volta para casa por volta 13 horas não sabendo que ia enfrentar o pior drama de sua vida arquitetado pelo seu filho.
“Quando chegou em casa, ela foi tomar um banho e logo depois foi dormir. Quando esse rapaz, que eu estava devendo o dinheiro pra ele, chegou e foi logo entrando com uma arma na mão e disse: ““ Olha tu não fala nada. Agora eu vou levar a tua mãe, eu vou matar ela! ””. Foi quando ele deu um murro nela que logo desmaiou por sofrer de pressão alta. Ai ele a levou pra esse terreno enforcando minha mãe e depois jogou ela no poço. Mas o corpo não queria afundar, foi quando ele pegou uma estaca e começou a empurrar o corpo para o fundo e logo em seguida encheu o poço de galhos para esconder”. Conclui.
As testemunhas, Adenilson Felizardo Cordeiro, 22, e Marcio da Conceição Barbosa em suas declarações expõe totalmente Jefferson como autor do crime não como co-autor. Contando que encontrou ele e sua mãe de bicicleta na direção do local do crime no domingo dia 31 por volta das 14 horas. “Eu topei com ele e ele topou comigo, ela passou e falou assim, por sermos evangélicos, “Paz do Senhor e eu falei “Paz do Senhor” e passei e vim embora e quando foi agora quarta-feira fui surpreendido pela minha esposa que a irmã Dalva tinha desaparecido”. Comentou a testemunha Adenilson.
Depois que populares tomaram conhecimento do caso e ficaram sabendo que Jefferson estava preso na delegacia de policia quiseram provocar um quebra-quebra na delegacia. Imediatamente o Delegado Dr. Cristino Sanches Júnior providenciou em caráter de urgência a remoção do preso para a Superintendência Regional do Salgado em Castanhal. Participou dessa missão o escrivão Nelson e os investigadores Sergio Pene e Graciano sob o Comando Capitão Robert da Policia Militar.
Jefferson Lima De Oliveira Já é conhecido da Justiça por porte ilegal de armas, formação de quadrilha e estupro.





quinta-feira, 4 de junho de 2009

Filho arquiteta a morte da mãe para pagar divida de 1.500 Reais

RONALDO RAMOS DE CASTANHAL
e-mail.: rummy105@hotmail.com
Fone: 8854 9336
CASTANHAL, 03 DE JUNHO DE 2009


Mulher de 51 anos desaparece e é encontrada morta em poço de água de 20 metros de profundidade com uma estaca encravada na altura do abdome,na tarde de ontem,03, na Rua Mariamba no bairro Nova Aurora em Concórdia do Pará. O Próprio filho, Jefferson Lima de Oliveira, confessou que articulou com o “amigo” e também cobrador da dívida, Marcelo, vulgo Lourinho, a morte da mãe, Dalva Lima Oliveira, em razão de uma dívida de 1.500 Reais.
Tudo começou quando o acusado contraiu uma dívida por vender um terreno com documento falsificado da propriedade ao comparsa Marcelo, que logo pagou com uma importância de Mil e Quinhentos Reais. Tempos depois, o verdadeiro dono do terreno reivindicou seu direito sobre o mesmo, apresentando documentos originais. Nesse ínterim, Jefferson confessou que agiu com má fé na negociação. É quando começa uma onda de ameaças por parte do comprador.
Embora tentasse se esquivar de pagar a dívida, por morar em cidade pequena, ele sempre se encontrava com Marcelo, que o atormentava com várias ameaças. “Eu já não aguentava mais”, comentou Jefferson, “Praticamente todos os dias ele me ameaçava. Até que, no sábado passado, ele chegou comigo e disse que eu tinha 24 horas para fazer a devolução do dinheiro. Eu respondi que tinha um jeito de conseguir o dinheiro e até mais. Ele me perguntou, como e u disse tinha que vender a casa da minha mãe. Mas para isso, precisava matar a minha mãe!”.
Jeferson conta que argumentou com Marcelo que não tinha coragem de matar, pois nunca tinha matado ninguém. “Marcelo me respondeu que fazia o serviço. Perguntou que se ele matasse o que fazia com o corpo. Respondi que conhecia um local que tinha como jogar o corpo e esconde-lo. Foi quando agente foi no local e mostrei a ele o poço que ficava num sítio abandonado cheio de mato. Nisso ele disse: “No domingo eu mato a tua mãe!”
Jefferson continua o relata friamente dizendo que no domingo, ele chegou à casa da mãe ainda no começo da manhã, mas a casa estava trancada aja visto que dona Dalva, sua mãe, tinha ido para escola dominical na igreja Assembléia de Deus. Pelo buraco que tem no banheiro ele entrou na casa, abriu as portas e as janelas e ficou a espera da vítima, que em poucas horas, chegou o e inocentemente foi logo cuidando de fazer o almoço para o maior conspirador de sua vida – seu próprio filho.
Logo depois que ela aprontou o almoço do filho, a tia do acusado chegou à casa da vítima e depois um primo, que a convidou para almoçar na casa dele que, de pronto, aceitou o convite. Foi nesse passo que Jefferson pensou que seus planos tinham dado errado e que sua mãe tinha escapado de morrer. Mas dona Dalva volta para casa por volta 13 horas não sabendo que ia enfrentar o pior drama de sua vida arquitetado pelo seu filho.
“Quando chegou em casa, ela foi tomar um banho e logo depois foi dormir. Quando esse rapaz, que eu estava devendo o dinheiro pra ele, chegou e foi logo entrando com uma arma na mão e disse: ““ Olha tu não fala nada. Agora eu vou levar a tua mãe, eu vou matar ela! ””. Foi quando ele deu um murro nela que logo desmaiou por sofrer de pressão alta. Ai ele a levou pra esse terreno enforcando minha mãe e depois jogou ela no poço. Mas o corpo não queria afundar, foi quando ele pegou uma estaca e começou a empurrar o corpo para o fundo e logo em seguida encheu o poço de galhos para esconder”. Conclui.
As testemunhas, Adenilson Felizardo Cordeiro, 22, e Marcio da Conceição Barbosa em suas declarações expõe totalmente Jefferson como autor do crime não como co-autor. Contando que encontrou ele e sua mãe de bicicleta na direção do local do crime no domingo dia 31 por volta das 14 horas. “Eu topei com ele e ele topou comigo, ela passou e falou assim, por sermos evangélicos, “Paz do Senhor e eu falei “Paz do Senhor” e passei e vim embora e quando foi agora quarta-feira fui surpreendido pela minha esposa que a irmã Dalva tinha desaparecido”. Comentou a testemunha Adenilson.
Depois que populares tomaram conhecimento do caso e ficaram sabendo que Jefferson estava preso na delegacia de policia quiseram provocar um quebra-quebra na delegacia. Imediatamente o Delegado Dr. Cristino Sanches Júnior providenciou em caráter de urgência a remoção do preso para a Superintendência Regional do Salgado em Castanhal. Participou dessa missão o escrivão Nelson e os investigadores Sergio Pene e Graciano sob o Comando Capitão Robert da Policia Militar.
Jefferson Lima De Oliveira Já é conhecido da Justiça por porte ilegal de armas, formação de quadrilha e estupro.





terça-feira, 2 de junho de 2009

Assalto e morte em Castanhal

No final da tarde de ontem,02, três assaltantes invadiram a loja de eletrônicos do comerciante, Antonio Ribamar Almeida da Silva, 51, no bairro do Milagre, em Castanhal, nordeste paraense. Revoltado, Antonio pegou seu carro e saiu em perseguição aos assaltantes nas imediações do bairro centro do Ianetama. Em manobra brusca, a vítima atingiu um dos criminosos. Na à confusão, Antonio terminou sendo alvejado e morreu no hospital. O acusado de fazer os disparos, chama-se Rafael Trindade.

Duas guarnições da policia militar foram acionadas, P1113 sob o comando do Cabo Ronielson e a Falcão, sob o comando do Cabo Barbosa que, em pronta diligencia, prenderam os meliantes identificados como Rafael Trindade e Anderson dos Santos. Um terceiro continua foragido. Com eles foram encontrados vários equipamentos eletrônicos.

A delega lotada na Delegacia Especializada em Homicídios, Dra. Claudia Renata Guedes, declarou que na fuga, os assaltantes fizeram um refém que posteriormente vai ser ouvido pela policia.
Essa foi a segunda vez que a loja de eletrônica foi assaltada, de acordo com a filha da vítima a professora Adriana Ferreira. “No último mês de maio, levaram muitas coisas da loja. Foi feita uma ocorrência, e a policia não deu mais nenhuma noticia se prenderam ou não as pessoas ou se recuperaram alguns objetos.”


Quando questionada sobre o porquê seu pai reagiu, Adriana responde em prantos: “Meu pai construiu a loja com as próprias mãos e nós estamos no mercado por mais de doze anos. Chega alguém no seu trabalho querendo lavar as coisas que conseguiu com tanto esforço, e ao mesmo tempo vendo os funcionários sendo humilhados por ladrões querendo levar tudo, isso foi a angústia dele, a ponto de querer ir atrás e fazer justiça com as próprias mãos”.

“A criminalidade em Castanhal só faz crescer”. Ressaltou a filha da vítima. “Até mesmo quando nós chegamos à delegacia apara fazer a queixa da morte de meu pai, tivemos que esperar mais de uma hora e meia pela delega e nem mesmo a escrivã estava lá.” Arrematou.

Apesar de o meliante Rafael Trindade declarar que é menor de idade, familiares da vítima dizem que o mesmo já vem aterrorizando o bairro do Milagre a décadas e que não é menor de idade faz tempo.

Foi lavrado um flagrante de latrocínio e os mesmos vão ficar a disposição da justiça. Enquanto esta reportagem estava sendo concluída, uma loja no centro da cidade, com menos de quinhentos metros do Comando da Policia Militar foi assaltada. Provando assim a ousadia da bandidagem em Castanhal.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Demencia e Fanatismo - Catedral Martriz de São Miguel do Guamá é alvo de ataque evangélico






Ronaldo Ramos

Fanatismo religioso e loucura mental fizeram a costureira,Antonia Amorim, pertencente a denominação religiosa “Deus é Amor” na manhã de sábado,30, quebrar praticamente todos os santos com mais de um século de existência da igreja católica matriz de São Miguel Arcanjo em São Miguel do Guamá, nordeste paraense. Membros da mesma congregação da costureira alegaram que a motivação maior pode ter sido uma suposta inspiração divina. O sentimento das pessoas era de revolta.

Uma equipe da policia civil em conjunto com a policia militar foram imediatamente ao local, sob o comando do cabo Dias, que encontraram duas mulheres evangélicas presas por populares acusadas pelo ato de vandalismo. Dentro da catedral os policiais puderam ver os santos feitos no inicio do século XX ao chão em pedaços.

De acordo como delegado em exercício o escrivão da policia civil, Everton Macedo, a costureira premeditou o crime. “Algum tempo antes, ela foi procurar o padre e ameaçou dizendo que se não fosse retirado os santos da igreja ela os quebraria”. O escrivão declarou ainda que o pastor da igreja Deus é Amor já sabia que ela intencionava fazer isso e que a mesma tinha apresentava desequilíbrio mental. “Algumas pessoas me falaram que o pastor apregoava que os fiéis da igreja que tomasse medicamentos químicos estavam contrariando a fé. Somando isso ao mal estado psicológico da mulher e uma parcela de má interpretação bíblica culminou nessa agressão de natureza étnico-religiosa”. Arrematou

Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) com bases no Artigo quinto d inciso seis da Constituição Federal, liberdade de consciência de crença e no Código Penal Artigo 163, Dano.
A reportagem procurou o pastor da igreja Deus é Amor, mas ele não foi encontrado.