quinta-feira, 16 de abril de 2009

Ó BELA CASTANHAL

UMA POESIA...
Passo a deambiar para aurir
Dos meus sentimentos

Intensos,

Imensos,

Como os espaços celestes

Azuis

Que esta bela cidade me introduz

Este ai de remédio incerto

De cura dúbia

Sendo eu escravo desta ternura

Que de dia e de noite me atenua

O amor a essa Castanha setentrional

Não tem fim...

Ó bela Castanhal!

Teu povo é singular

Teus filhos hospitaleiros

Deram-me um lar...

É o sol, é o luar

É a chuva da tardinha

Teus igarapés

Tudo das terras dessas Castanhas

É mais belo! É mais bonito

Inspiram-me a te amar

Estas no horizonte!

Que cá da estrada da vida

Não canso de te contemplar

Teus cabelos Castanhos...

Teus olhos castanhos...

Tua pele Castanha...

Ó bela Castanhal!


RONALDO FERNANDES RAMOS

sábado, 11 de abril de 2009

CRONICA - Cidade Modelo - do que?


A Praça ALMIR GABRIEL está eivada de marginalização um verdadeiro reduto do mal. Fiquei admirado ao ver do meu carro uma família passear com filhos menores de dez anos como se não tivesse conhecimento do perigo real que é circular por aquelas redondezas tamanha 22 horas.

Quando vou para o rádio logo pela manhã vejo as pessoas caminhando, outras correndo, mas quando passam pelas proximidades do que era a Maria Fumaça, abanam as mãos em torno do nariz, pois não suportam o odor de urina, e sabe-se lá do que mais. O fato é que não é mais Maria Fumaça é Maria do Mijo.

“Cidade Modelo” não passa de teoria nos temas inflamados de discursos dos políticos. Modelo de quê? Modelo de um principado que vive as margens da lei e aterroriza os que querem apenas respirar um ar puro enquanto caminham com sua família.

Sem mencionar o desrespeito com os nossos ouvidos por aquela turma de barulhentos ali na esquina da praça com seus sons ensurdecedores que nos deixam malucos – mas na verdade, maluco são eles que são modelos do mal em Castanhal Cidade Modelo vamos dizer – do que?