RONALDO RAMOS DE CASTANHAL
e-mail.: rummy105@hotmail.com
Fone: 8854 9336
CASTANHAL, 03 DE JUNHO DE 2009
Mulher de 51 anos desaparece e é encontrada morta em poço de água de 20 metros de profundidade com uma estaca encravada na altura do abdome,na tarde de ontem,03, na Rua Mariamba no bairro Nova Aurora em Concórdia do Pará. O Próprio filho, Jefferson Lima de Oliveira, confessou que articulou com o “amigo” e também cobrador da dívida, Marcelo, vulgo Lourinho, a morte da mãe, Dalva Lima Oliveira, em razão de uma dívida de 1.500 Reais.
Tudo começou quando o acusado contraiu uma dívida por vender um terreno com documento falsificado da propriedade ao comparsa Marcelo, que logo pagou com uma importância de Mil e Quinhentos Reais. Tempos depois, o verdadeiro dono do terreno reivindicou seu direito sobre o mesmo, apresentando documentos originais. Nesse ínterim, Jefferson confessou que agiu com má fé na negociação. É quando começa uma onda de ameaças por parte do comprador.
Embora tentasse se esquivar de pagar a dívida, por morar em cidade pequena, ele sempre se encontrava com Marcelo, que o atormentava com várias ameaças. “Eu já não aguentava mais”, comentou Jefferson, “Praticamente todos os dias ele me ameaçava. Até que, no sábado passado, ele chegou comigo e disse que eu tinha 24 horas para fazer a devolução do dinheiro. Eu respondi que tinha um jeito de conseguir o dinheiro e até mais. Ele me perguntou, como e u disse tinha que vender a casa da minha mãe. Mas para isso, precisava matar a minha mãe!”.
Jeferson conta que argumentou com Marcelo que não tinha coragem de matar, pois nunca tinha matado ninguém. “Marcelo me respondeu que fazia o serviço. Perguntou que se ele matasse o que fazia com o corpo. Respondi que conhecia um local que tinha como jogar o corpo e esconde-lo. Foi quando agente foi no local e mostrei a ele o poço que ficava num sítio abandonado cheio de mato. Nisso ele disse: “No domingo eu mato a tua mãe!”
Jefferson continua o relata friamente dizendo que no domingo, ele chegou à casa da mãe ainda no começo da manhã, mas a casa estava trancada aja visto que dona Dalva, sua mãe, tinha ido para escola dominical na igreja Assembléia de Deus. Pelo buraco que tem no banheiro ele entrou na casa, abriu as portas e as janelas e ficou a espera da vítima, que em poucas horas, chegou o e inocentemente foi logo cuidando de fazer o almoço para o maior conspirador de sua vida – seu próprio filho.
Logo depois que ela aprontou o almoço do filho, a tia do acusado chegou à casa da vítima e depois um primo, que a convidou para almoçar na casa dele que, de pronto, aceitou o convite. Foi nesse passo que Jefferson pensou que seus planos tinham dado errado e que sua mãe tinha escapado de morrer. Mas dona Dalva volta para casa por volta 13 horas não sabendo que ia enfrentar o pior drama de sua vida arquitetado pelo seu filho.
“Quando chegou em casa, ela foi tomar um banho e logo depois foi dormir. Quando esse rapaz, que eu estava devendo o dinheiro pra ele, chegou e foi logo entrando com uma arma na mão e disse: ““ Olha tu não fala nada. Agora eu vou levar a tua mãe, eu vou matar ela! ””. Foi quando ele deu um murro nela que logo desmaiou por sofrer de pressão alta. Ai ele a levou pra esse terreno enforcando minha mãe e depois jogou ela no poço. Mas o corpo não queria afundar, foi quando ele pegou uma estaca e começou a empurrar o corpo para o fundo e logo em seguida encheu o poço de galhos para esconder”. Conclui.
As testemunhas, Adenilson Felizardo Cordeiro, 22, e Marcio da Conceição Barbosa em suas declarações expõe totalmente Jefferson como autor do crime não como co-autor. Contando que encontrou ele e sua mãe de bicicleta na direção do local do crime no domingo dia 31 por volta das 14 horas. “Eu topei com ele e ele topou comigo, ela passou e falou assim, por sermos evangélicos, “Paz do Senhor e eu falei “Paz do Senhor” e passei e vim embora e quando foi agora quarta-feira fui surpreendido pela minha esposa que a irmã Dalva tinha desaparecido”. Comentou a testemunha Adenilson.
Depois que populares tomaram conhecimento do caso e ficaram sabendo que Jefferson estava preso na delegacia de policia quiseram provocar um quebra-quebra na delegacia. Imediatamente o Delegado Dr. Cristino Sanches Júnior providenciou em caráter de urgência a remoção do preso para a Superintendência Regional do Salgado em Castanhal. Participou dessa missão o escrivão Nelson e os investigadores Sergio Pene e Graciano sob o Comando Capitão Robert da Policia Militar.
Jefferson Lima De Oliveira Já é conhecido da Justiça por porte ilegal de armas, formação de quadrilha e estupro.
e-mail.: rummy105@hotmail.com
Fone: 8854 9336
CASTANHAL, 03 DE JUNHO DE 2009
Mulher de 51 anos desaparece e é encontrada morta em poço de água de 20 metros de profundidade com uma estaca encravada na altura do abdome,na tarde de ontem,03, na Rua Mariamba no bairro Nova Aurora em Concórdia do Pará. O Próprio filho, Jefferson Lima de Oliveira, confessou que articulou com o “amigo” e também cobrador da dívida, Marcelo, vulgo Lourinho, a morte da mãe, Dalva Lima Oliveira, em razão de uma dívida de 1.500 Reais.
Tudo começou quando o acusado contraiu uma dívida por vender um terreno com documento falsificado da propriedade ao comparsa Marcelo, que logo pagou com uma importância de Mil e Quinhentos Reais. Tempos depois, o verdadeiro dono do terreno reivindicou seu direito sobre o mesmo, apresentando documentos originais. Nesse ínterim, Jefferson confessou que agiu com má fé na negociação. É quando começa uma onda de ameaças por parte do comprador.
Embora tentasse se esquivar de pagar a dívida, por morar em cidade pequena, ele sempre se encontrava com Marcelo, que o atormentava com várias ameaças. “Eu já não aguentava mais”, comentou Jefferson, “Praticamente todos os dias ele me ameaçava. Até que, no sábado passado, ele chegou comigo e disse que eu tinha 24 horas para fazer a devolução do dinheiro. Eu respondi que tinha um jeito de conseguir o dinheiro e até mais. Ele me perguntou, como e u disse tinha que vender a casa da minha mãe. Mas para isso, precisava matar a minha mãe!”.
Jeferson conta que argumentou com Marcelo que não tinha coragem de matar, pois nunca tinha matado ninguém. “Marcelo me respondeu que fazia o serviço. Perguntou que se ele matasse o que fazia com o corpo. Respondi que conhecia um local que tinha como jogar o corpo e esconde-lo. Foi quando agente foi no local e mostrei a ele o poço que ficava num sítio abandonado cheio de mato. Nisso ele disse: “No domingo eu mato a tua mãe!”
Jefferson continua o relata friamente dizendo que no domingo, ele chegou à casa da mãe ainda no começo da manhã, mas a casa estava trancada aja visto que dona Dalva, sua mãe, tinha ido para escola dominical na igreja Assembléia de Deus. Pelo buraco que tem no banheiro ele entrou na casa, abriu as portas e as janelas e ficou a espera da vítima, que em poucas horas, chegou o e inocentemente foi logo cuidando de fazer o almoço para o maior conspirador de sua vida – seu próprio filho.
Logo depois que ela aprontou o almoço do filho, a tia do acusado chegou à casa da vítima e depois um primo, que a convidou para almoçar na casa dele que, de pronto, aceitou o convite. Foi nesse passo que Jefferson pensou que seus planos tinham dado errado e que sua mãe tinha escapado de morrer. Mas dona Dalva volta para casa por volta 13 horas não sabendo que ia enfrentar o pior drama de sua vida arquitetado pelo seu filho.
“Quando chegou em casa, ela foi tomar um banho e logo depois foi dormir. Quando esse rapaz, que eu estava devendo o dinheiro pra ele, chegou e foi logo entrando com uma arma na mão e disse: ““ Olha tu não fala nada. Agora eu vou levar a tua mãe, eu vou matar ela! ””. Foi quando ele deu um murro nela que logo desmaiou por sofrer de pressão alta. Ai ele a levou pra esse terreno enforcando minha mãe e depois jogou ela no poço. Mas o corpo não queria afundar, foi quando ele pegou uma estaca e começou a empurrar o corpo para o fundo e logo em seguida encheu o poço de galhos para esconder”. Conclui.
As testemunhas, Adenilson Felizardo Cordeiro, 22, e Marcio da Conceição Barbosa em suas declarações expõe totalmente Jefferson como autor do crime não como co-autor. Contando que encontrou ele e sua mãe de bicicleta na direção do local do crime no domingo dia 31 por volta das 14 horas. “Eu topei com ele e ele topou comigo, ela passou e falou assim, por sermos evangélicos, “Paz do Senhor e eu falei “Paz do Senhor” e passei e vim embora e quando foi agora quarta-feira fui surpreendido pela minha esposa que a irmã Dalva tinha desaparecido”. Comentou a testemunha Adenilson.
Depois que populares tomaram conhecimento do caso e ficaram sabendo que Jefferson estava preso na delegacia de policia quiseram provocar um quebra-quebra na delegacia. Imediatamente o Delegado Dr. Cristino Sanches Júnior providenciou em caráter de urgência a remoção do preso para a Superintendência Regional do Salgado em Castanhal. Participou dessa missão o escrivão Nelson e os investigadores Sergio Pene e Graciano sob o Comando Capitão Robert da Policia Militar.
Jefferson Lima De Oliveira Já é conhecido da Justiça por porte ilegal de armas, formação de quadrilha e estupro.
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